Você sabe o que é doença trofoblástica?

 

Você faz um exame de gravidez e tem o resultado positivo. Vai fazer um ultrassom e tem uma surpresa. Entenda o que é doença trofoblástica.
Doença trofoblástica é o termo usado para nomear os tumores do trofoblasto viloso placentário (estrutura que irá formar a placenta), englobando as diferentes formas da mola hidatiforme, a mola invasora, o coriocarcinoma e o tumor trofoblástico do sítio placentário (PSTT). As três últimas são denominadas neoplasia trofoblástica gestacional.
Em geral, a paciente se encontra entre o 4º e 5º mês de gravidez e procura a emergência com sangramento transvaginal e com o útero muitas vezes maior do que o esperado para a idade gestacional. Há maior incidência nas adolescentes e nas parturientes acima de 40 anos.
O quadro clínico geralmente apresenta sangramento vaginal, aumento do volume uterino em desacordo com a idade gestacional, cistos nos ovários, hiperêmese (vômitos intensos durante a gestação) e toxemia gravídica precoce (engloba desde os casos leves de hipertensão arterial, inchaço no início da gravidez, até os quadros de pré-eclampsia e eclampsia). Às vezes, a gestante não apresenta nenhum destes sintomas, além dos sintomas comuns de gravidez como náusea, cansaço e sonolência.
A forma mais comum da doença trofoblástica gestacional é chamada mola hidatiforme, também conhecida como gravidez molar. Porém, não é possível formar um feto normal. As molas hidatiformes não são cancerosas, mas podem se tornar uma doença trofoblástica gestacional cancerígena, por isso, demandam um acompanhamento especializado.
Existem dois tipos de gravidez molar: a mola hidatiforme completa que na maioria das vezes se desenvolve quando uma ou duas células de esperma fertilizam um óvulo que não contém nenhum núcleo ou DNA. Portanto, não há tecido fetal. Não desenvolve feto dentro do útero.
A outra é a mola hidatiforme parcial ou incompleta que se desenvolve quando dois espermatozóides fertilizam um óvulo normal. Estes tumores contém algum tecido fetal, mas estão misturados com tecido trofoblástico. Existe a formação de um feto, porém, seu desenvolvimento não é adequado. As molas hidatiformes parciais raramente evoluem para doença trofoblástica gestacional maligna.
Portanto, é uma patologia onde não haverá a progressão da gestação.  Dúvidas? Deixe aqui o seu e-mail.

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