Gravidez precoce

A gravidez precoce é um dos dramas que afetam a população brasileira de forma espantosa.

O índice de mortalidade entre os filhos de mães adolescentes é muito alto. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), na América Latina e no Caribe a taxa de gravidez entre adolescentes é a segunda mais alta do mundo – só fica atrás da África Subsaariana.

O Ministério da Saúde tem reforçado as campanhas para prevenir o problema e para tanto tem ofertado preservativos (masculino e feminino), pílula combinada, anticoncepcional injetável mensal e trimestral, dispositivo intrauterino com cobre (DIUTcu) e anticoncepção de emergência, na rede pública. 

A taxa brasileira é de 68,4 mil nascimentos para cada mil adolescentes com idade entre 15 e 19 anos, superior aos índices mundiais (46 nascimentos para cada mil) e da América Latina e Caribe (65,5 nascimentos para cada mil). 

Os dados foram divulgados, em 2018, em levantamento feito pela Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e pelo Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA).

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