Gestante & Saúde Mental‼

A depressão e a ansiedade materna, quando não tratadas, causam riscos, como: falta de vínculo mãe-bebê, complicações obstétricas e estresse fetal, depressão puerperal, risco de suicídio e autoagressão, além de atraso no desenvolvimento emocional, cognitivo e da linguagem.

Como prevenção é importante o rastreamento da depressão, principalmente no primeiro trimestre e de 6 a 12 semanas do puérpero, período pós-parto. O importante é não ter medo de tratar. Somente o profissional em saúde mental pode avaliar os riscos do tratamento X riscos do não-tratamento no pré-parto e pós-parto.

Atualmente, vários estudos já demonstram que é melhor não interromper a medicação, nem proceder a redução de dose, sob risco de dupla exposição do bebê, à doença e à medicação.

E em se tratando da psique, o importante é não haver julgamento, deixar que a gestante exponha os sentimentos, receber apoio e contar com o envolvimento do parceiro e da família, são importantes pontuações a ser feita para o combate a depressão.

Além disto, permitir a gestante reconhecer que pode não estar sentindo amor por esse filho, e que o amor materno é construído e não inerente, bem como libera-la de crenças sobre amamentação e gestação, são fundamentais para ajudar a gestante em conflito.

E por fim, recorrer a psicoterapia é o ideal para que ela possa falar sobre os seus sentimentos. Falar é algo que liberta. E nos casos em que o tratamento psicoterapêutico é inviável, é sempre possível recorrer ao CVV(Centro de Valorização da Vida) pelo fone #188, que faz um excelente trabalho de escuta voluntária, para quem precisa de ajuda.

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