Depressão e aleitamento materno!

Estudos mostram que a presença de depressão pós-parto, no período puerperal, ou seja, logo após o nascimento do bebê estão entre os fatores que levam ao abandono do aleitamento materno exclusivo. A maioria das vezes ocorre no segundo e quarto meses após o parto e pode estar associado a traumas durante o parto.
No entanto, existem outros fatores que são responsáveis, por levar nutrizes à depressão interferindo no processo de aleitamento de forma indireta, e os mais comuns são os fatores psicossociais. São eles, a baixa escolaridade, falta da casa própria, voltar a trabalhar, falta de orientações sobre amamentação no puerpério, reação negativa à notícia da gestação e não receber ajuda do companheiro com a criança. 
Isso se agrava, e as deprimem ainda mais, quando cobradas por não conseguirem amamentar, independente de qual seja o fator. Daí muitas delas apresentarem durante o puerpério sintomas relativamente consideráveis de depressão, como irritabilidade, choro frequente, cansaço, dentre outros.

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